Live do Prêmio Ser Humano 2026 reforça impacto real de projetos em gestão de pessoas

25 de março de 2026


Encontro promovido pela ABRH-PR reúne especialistas e voluntários do comitê para orientar profissionais de RH sobre critérios, categorias e relevância das iniciativas inscritas

Mais do que reconhecer boas práticas, o Prêmio Ser Humano (PSH) 2026 quer dar visibilidade a projetos que transformam realidades dentro e fora das organizações. Esse foi o tom da live realizada nesta quinta-feira (19.03), no LinkedIn, promovida pela ABRH-PR e conduzida por Jacqueline Becker, diretora do prêmio.

O encontro reuniu profissionais de gestão de pessoas, cultura organizacional e desenvolvimento humano, além de contar com a participação dos voluntários do comitê do PSH, Kelly Jung e Damiano Anjos, que compartilharam experiências e orientações práticas para quem deseja inscrever projetos.

Na abertura da live, Jaqueline elogiou o comprometimento dos voluntários e destacou que o reconhecimento do prêmio vai além dos resultados corporativos e passa pelo impacto social das iniciativas. “O PSH valoriza projetos que geram transformação concreta nas pessoas e nos ambientes em que estão inseridos”.

Geração de benefícios

Logo no início da live, Kelly destacou o propósito do prêmio e o perfil das iniciativas que se destacam. “Os projetos que fazem sentido para o PSH são aqueles que têm impacto na vida das pessoas e resultados mensuráveis para a organização, sempre com equilíbrio entre pessoas, empresa e sociedade”. Segundo ela, não basta gerar benefícios internos: “Hoje falamos muito de ESG. É preciso que as iniciativas também tenham impacto positivo na sociedade e no meio ambiente”.

E também ressaltou o papel do prêmio como vitrine para profissionais e projetos que muitas vezes ficam restritos ao ambiente corporativo. “A gente quer ajudar essas pessoas a terem seus palcos. Tem muita gente fazendo um trabalho incrível nos bastidores”.

Boas práticas

Damiano reforçou essa visão ao destacar que o PSH funciona como uma ponte entre boas práticas e o mercado. “A maioria das empresas tem projetos excelentes, mas que acabam não sendo compartilhados. O prêmio traz luz a essas iniciativas e permite que outras organizações se inspirem”. Para ele, o processo também é uma oportunidade de aprendizado. “Mesmo quem não vence leva insights valiosos para aprimorar seus projetos”.

Durante a transmissão, os participantes detalharam as principais modalidades do prêmio, que incluem desenvolvimento, excelência organizacional, ESG e uma categoria voltada a jovens profissionais de até 30 anos. Entre os exemplos citados estão programas de liderança, cultura organizacional, diversidade, relações trabalhistas e iniciativas de saúde e segurança.

Iniciativas estratégicas

 “Projetos ligados à governança, relações sindicais, estrutura organizacional ou até gestão de benefícios podem ser inscritos. Muitas vezes, são iniciativas estratégicas que ficam dentro da empresa, mas que têm grande potencial de inspirar o mercado”, pontuou Damiano, ao chamar atenção para a amplitude das possibilidades.

Outro destaque da live foi a explicação sobre os critérios de avaliação. Relevância, aplicabilidade, inovação, qualidade e resultados mensuráveis estão entre os principais pontos analisados por avaliadores independentes. Damiano afirmou que “não adianta ter uma ideia bonita na teoria. O projeto precisa mostrar que funcionou na prática e que gerou resultados concretos”.

Nesse contexto, a mensuração de dados ganha protagonismo. “O RH precisa falar a linguagem do negócio. Quando você apresenta números e indicadores, a conversa muda de nível dentro da organização”, completou.

Confiança no projeto

Os participantes também compartilharam dicas práticas para a elaboração dos projetos. Uma das orientações centrais é estruturar a narrativa de forma clara e objetiva. “Se alguém entender seu projeto a partir de quatro pontos, problema, solução, método e resultado, você está no caminho certo”, resumiu Damiano.

Por sua vez, Kelly reforçou a importância do storytelling e da confiança no próprio trabalho. “Não subestime o seu projeto. Procure o seu diferencial e conte bem essa história. Se você fizer isso com consistência e dados, tem grandes chances de se destacar”.

Ao final, a mensagem foi direta. O PSH não busca perfeição, mas autenticidade e impacto. O prêmio procura projetos reais, que fizeram a diferença. Se gerou impacto nas pessoas e na organização, merece ser reconhecido e compartilhado.

A live integra a agenda de mobilização do Prêmio Ser Humano 2026, que segue com inscrições abertas até 30 de abril e reforça seu papel como uma das principais iniciativas de valorização da gestão de pessoas no Paraná.

 

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