Brasil se torna opção para estudantes estrangeiros

29 de junho de 2011


Trajetória comum na carreira dos profissionais brasileiros é buscar um curso de pós-graduação no exterior. A experiência de obter um certificado internacional soma ao currículo por acrescentar, além da evidente melhoria no aprimoramento profissional, a mensagem subliminar da vivência em outra cultura, com hábitos e língua distintos. Se antes o Brasil era basicamente exportador de profissionais para estudar fora, hoje se registra o inverso, estudantes estrangeiros desembarcam no país para cursar diferentes programas de pós-graduação.

Coordenador de Masters, MBAs e Executive Education da ESIC Business & Marketing School em Curitiba, Alexandre Weiler explica que este fenômeno é observado na instituição. “O Brasil está começando a mudar a sua imagem no cenário internacional, percebemos isso recentemente quando participamos do evento Hoy és Marketing, em Madrid. Os empresários interagiram conosco e falavam do Brasil com admiração e respeito”, diz. Segundo Weiler, no caso da ESIC, ele aponta que o que mais atrai os estudantes estrangeiros é a possibilidade de estudar em uma Business School mundialmente reconhecida, no Brasil. “Os custos são reduzidos e as condições mais facilitadas, nossos professores são profissionais de mercado que tem experiência prática em postos diretivos. As turmas são reduzidas e focadas, com em média 30 alunos, o que facilita o aprendizado e a troca de experiências. Acompanhamos e assessoramos cada candidato de maneira personalizada na escolha do curso que mais agregará em sua carreira profissional”, complementa.

Brasil no roteiro acadêmico

Evidência deste intercâmbio, o executivo peruano Marco Vidal faz parte das estatísticas de profissionais estrangeiros que buscam o Brasil para estudar. Vidal, que é gerente do departamento de Marketing e Comercial da Jewelry Tales, empresa que compõe a corporação YOBEL SCM, com sede em Lima, no Peru, estudou Master em Marketing e Gestão de Negócios na ESIC. A instituição sempre fez parte dos planos do profissional, que viu como vantagem o fato de estudar em um país da América Latina. “Optei pelo Brasil pela proximidade geográfica, claro, mas principalmente por poder vivenciar a cultura brasileira”, afirma. Vidal complementa que está experiência é fundamental no dia a dia do seu trabalho. “Sem dúvida você tem um melhor desenvolvimento, aprende a ter jogo de cintura e lidar com pessoas e culturas diferentes da sua, como é o meu caso. Exportamos para 13 países e tenho contato com profissionais distintos, com outros hábitos e costumes, inclusive de fazer negócios, Com a minha experiência na ESIC, aprendi a estar alerta e perceber os detalhes na comunicação”, afirma.

Um dos questionamentos que os estrangeiros fazem com relação ao estudo internacional é a validação do diploma. Considerando que o investimento é realizado por profissionais, em cursos de pós-graduação, o certificado faz toda a diferença para o currículo. Cada país adota seus próprios critérios de validação, alguns convalidam automaticamente para alguns níveis, como a União Europeia, através do compartilhamento de critérios e metodologias. “É importante verificar se instituição adota os padrões do Conselho Internacional de MBAs, o EMBA Council, que permite que o aluno tenha o seu caminho para o reconhecimento facilitado. A ESIC é uma das únicas instituições do Brasil a integrar este seleto grupo”, explica Weiler. Mais informações: www.esic.br.

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